Das entranhas do underground mineiro, o PESTA volta a erguer seu estandarte negro com “The Craft of Pain”, novo álbum lançado em 16 de outubro de 2025, consolidando a banda como um dos nomes mais expressivos do doom metal brasileiro. Gravado no Estúdio Engenho, em Belo Horizonte, entre outubro de 2024 e março de 2025, o disco é uma obra meticulosa e atmosférica, impregnada de densidade, lirismo e melancolia ritualística.
Produzido por André Cabelo (também responsável por gravação, mixagem e masterização) ao lado da própria banda, o trabalho reflete a maturidade de mais de uma década de trajetória, sem jamais abandonar o peso arrastado e a convicção que definem o som do Pesta.
Com dez faixas e mais de 40 minutos de duração, “The Craft of Pain” é uma descida lenta e cerimonial ao âmago do sofrimento.
Logo na abertura, “Rites of Enclosure” estabelece o clima: guitarras que ecoam como sinos em ruínas, conduzindo à densidade de “Masters of the Craft of Pain” e “Marked By Hate”, faixa em que o doom se entrelaça a ritmos percussivos (bongôs, maracas e pandeiro) em uma alquimia sonora inesperada.
O álbum também marca colaborações importantes, como Scott “Wino” Weinrich (Saint Vitus, The Obsessed) em “Mirror Maze”, cuja gravação foi realizada na The Recording Company (NY/EUA), e o violoncelista Rodrigo Garcia em “Canto XXI”, expandindo a paleta sonora da banda sem perder a essência lúgubre.
Com dez faixas e mais de 40 minutos de duração, “The Craft of Pain” é uma descida lenta e cerimonial ao âmago do sofrimento.
Logo na abertura, “Rites of Enclosure” estabelece o clima: guitarras que ecoam como sinos em ruínas, conduzindo à densidade de “Masters of the Craft of Pain” e “Marked By Hate”, faixa em que o doom se entrelaça a ritmos percussivos (bongôs, maracas e pandeiro) em uma alquimia sonora inesperada.O álbum também marca colaborações importantes, como Scott “Wino” Weinrich (Saint Vitus, The Obsessed) em “Mirror Maze”, cuja gravação foi realizada na The Recording Company (NY/EUA), e o violoncelista Rodrigo Garcia em “Canto XXI”, expandindo a paleta sonora da banda sem perder a essência lúgubre.
Eduardo Nunes
@eduardonunes5307







